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O blog Vitralizado, a Série Postal e a quadrinista Raquel Vitorelo dividirão uma mesa como convidados da Banca de Quadrinistas 2018

O blog Vitralizado, a Série Postal e a quadrinista Raquel Vitorelo irão dividir uma mesa como convidados da Banca de Quadrinistas 2018, evento do Itaú Cultural que ocorrerá ao longo de dois finais de semana de setembro. Eu estarei por lá junto com a autora da segunda edição da Série Postal 2018 nos dias 22 e 23 de setembro. O evento terá entrada gratuita e será a primeira oportunidade em que os cinco números da coleção em 2018 estarão sendo distribuídos simultaneamente – sempre de graça, vale lembrar.

Nos dias 22 e 23 de setembro também participarão do evento como convidados Clara Gomes, Fernanda Nia, Mika Takahashi, Sirlene Barbosa e João Pinheiro. O Itaú Cultural fica no número 149 da Avenida Paulista, em São Paulo. A lista completa com todos os artistas e editoras que estarão presentes no evento está disponível no site da instituição que organiza o evento.

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Diego Gerlach e a produção do quinto número da Série Postal 2018

Antes do encerramento do segundo ano da Série Postal ainda rola o lançamento oficial do quinto e último quadrinho dessa segunda leva de publicações do projeto. Enquanto isso, reúno por aqui os depoimentos do quadrinista e editor do selo Vibe Tronxa Comix Diego Gerlach sobre a produção de Eu Espio Você, Você Me Espia, trabalho assinado por ele para a Série Postal 2018. Nas as aspas a seguir, o autor fala sobre a concepção da HQ, as cores e os personagens que aparecem na obra e a distribuição e o alcance de publicações independentes. Papo bom. Saca só:

“A primeira coisa que chama atenção é ver uma coisa minha em cores. Isso é raro. Esse trabalho aqui, especificamente, é só cor, sem traço, uma coisa quase meio termo entre pintura digital e desenho que eu nunca tinha feito com esse grau de complexidade. São vários personagens, passei algumas semanas mexendo, vai e volta e tal”.

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“A primeira coisa que me veio foi: eu posso usar cor. No meu caso, como eu falei, usar cor é algo bem raro. Eu tinha feito alguns desenhos, há um tempo, direto no Photoshop com aquela ferramenta de laço pra criar formas. O que eu fiz dessa vez foi criar as formas e depois preencher com cor. Creio que essa versão final já foi a primeiríssima ideia mesmo: uma cena complexa, com vários detalhes pro leitor absorver”.

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“Normalmente não sou muito conciso. Então pensei em fazer uma imagem com muitos detalhes. Logo de cara, quando comecei a fazer, surgiu a ideia de criar algo que eu já dominasse e me desse norte, que foi desenhar o Gilso com cores. Foi o primeiro personagem que eu desenhei ali na arte do postal e a partir daí eu tive a ideia de botar outros personagens que viessem do universo dele”.

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“Eu não tinha na minha cabeça que ia ficar essa coisa que não tem, digamos, um sentido de leitura bem definido. Normalmente a coisa no quadrinho é pensada de forma bem simples, né? Estão lá o quadro e a cena de ação se movendo da esquerda pra direita, normalmente é isso. Aqui não, as setas indicam várias direções possíveis em um momento estático. Os personagens são pegos no meio de uma cena aparentemente banal, mas aí tem alguns detalhes mais sinistros…”.

“O Gilso apareceu pela primeira vez no Know-Haole #2, um zine de 2013. Apesar dele ter poucas histórias, são só umas duas protagonizadas apenas pelo personagem, ele é mais usado em material de divulgação da Vibe Tronxa Comix. Mesmo quem não leu acaba conhecendo alguma coisa da personalidade dele”.

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“Aí você vê ali no postal uma pessoa no bueiro, um monstro lá no fundo – o mesmo que aparece na história de origem do Gilso… Inclusive, vários dos personagens que aparecem nesse postal já estão mortos na cronologia dos personagens da Vibe Tronxa Comix. Se eu tivesse que definir, isso aqui se passaria em algum momento já distante desse universo. Pelo menos três personagens aqui nesse postal já morreram”.

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“Foi tudo no Photoshop. Fui criando personagens, olhando as áreas dos desenhos que estavam vazias e, sempre que possível, colocando mais um personagem e tal. Aí essa coisas deles estarem olhando uns para os outros… Essa ideia de ‘Eu espio você, você me espia’, apesar de ser uma cena na rua, a inspiração veio de posts no Facebook, de pensar na internet como um reflexo de como vivemos em uma sociedade real mais condensada com essas características mais evidentes, das pessoas observando umas às outras”.

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“Cheguei a fazer algumas versões com mais detalhes ainda, algumas camadas extras que acabei removendo. Fiquei um pouco temeroso que as pessoas não conseguissem ver tudo isso por causa da escala. Ficou com um aspecto muito parecido com o das minhas histórias, muito cartunesco, de linhas simples, mas com ranhuras e detalhes. Ficou com cara de gráfico de jogo de computador e de video-game antigo, com personagens com uma certa tridimensionalidade, mas que não são executados perfeitamente em todos os níveis. Algumas coisas parecem meio esboçadas, pertencentes a uma técnica de animação mais rudimentar. Uma coisa meio joguinho de computador antigo que eram massas de cor com até alguma sombra aludindo ao volume, mas não exatamente tridimensional”.

“Eu já fiz alguns pôsteres coloridos e desde que comecei a lidar com cor, desde que aprendi a colorir no Photoshop, eu gosto de usar esses degradês considerados bregas. É uma constante no meu trabalho: eu apresento as paradas e as pessoas perguntam ‘Isso é sério?’. Aí algum tempo depois eu vejo essas coisas se espalhando. Essa questão do degradê, eu lembro de algumas pessoas que chegaram a ficar ultrajadas. Falaram: ‘Porra meu, esse degradê é muito brega. Não se usa isso em colorização’ (risos)”.

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“Eu me lembro daquele movimento das companhias telefônicas substituindo os designs de seus logos e, invariavelmente, todos os novos eram com essa coisa do degradê. Era o mesmo princípio que eu tava usando. A mesma coisa com as fontes de pixo. Eu não fui o primeiro, estava copiando algumas poucas pessoas que já tinha visto fazendo e achava interessante. Hoje tudo que é comercial e quer afetar uma coisa mais arrojada recorre a essa tipografia inspirada nos tipos do pixo brasileiro”.

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“Eu já recebi alguns postais e uma vez me convidaram pra um projeto de postais com originais. O Sama, o Carlos Ferreira, o Rafael Sica e mais alguém estavam participando, eu cheguei a receber um aqui em casa… Mas depois eu esqueci, tava sem dinheiro e não tomei parte. Eu não tava podendo na hora e ficou por isso. Eu me lembro de ter estudado sobre Arte Postal na universidade. A Arte Postal me influenciou muito, mas ela tem um viés mais político, é arte conceitual e na época em que estudei sobre ela eu não via essa possível conexão entre postais e quadrinhos”.

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“O impulso é sempre criar uma coisa única. A maneira como eu faço os meus quadrinhos, eu não vejo muita gente fazendo. Até onde eu sei, não tem muito selo de quadrinhos com zines em xerox, isso é raro. É o tipo de coisa que as pessoas fazem entre projetos. Eu faço por uma questão de necessidade. Eu assumo o controle de fazer pequenas tiragens e tem o desafio, que se reveste como um reputação enviesada do que eu faço. Eu posso dizer que cada um dos zines que já fiz tem o meu DNA. Não de maneira figurativa. Se um dia eu for preso, podem extrair DNA dos grampos ou do papel. Absolutamente todos que chegam nas mãos dos meus leitores passaram pelas minhas mãos antes”.

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“Aos poucos as pessoas vão chegando na Vibe Tronxa Comix. Eu não invisto tanto em uma divulgação ou nada do tipo, vai tudo meio que no boca a boca. Acaba recebendo um elogio da crítica aqui e ali e aí as pessoas vem atrás. O tempo de um zine, que não se divulga de forma intensa como o livro de uma editora, acaba sendo mais longo. Às vezes, dois anos depois de um lançamento estão descobrindo o zine e pedindo. O Know-Haole #4, por exemplo, toda semana alguém manda uma mensagem pelo Instagram ou pelo Face perguntando se ele ainda existe. Outro dia alguém postou no Instagram, ‘Leituras de 2018′ e aí tava lá o Know-Haole #4, o cara elogiando. Acho que o princípio é esse: criar um negócio de qualidade consistente, no caso da Série Postal está na curadoria, escolher os artistas, com trabalhos que irão compor um catálogo. No meu caso, sou eu”.

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Série Postal é indicada na categoria Publicação Mix do 30º Troféu HQMIX

O primeiro ano da Série Postal foi indicado na categoria Publicação Mix do 30º Troféu HQMIX, a mais tradicional premiação brasileira de quadrinhos. Projeto do blog Vitralizado em parceria com o programa Rumos do Itaú Cultural, a Série Postal foi lançada em janeiro de 2017 com o objetivo de expandir o alcance do trabalho de artistas com propostas autorais e experimentais. Com distribuição gratuita, o projeto também surgiu como uma provocação em tempos nos quais edições luxuosas, caras e pouco acessíveis dominam o mercado.

Como idealizador do projeto, agradeço aos jurados que indicaram a Série Postal. Também agradeço aos 12 incríveis artistas que contribuíram para o primeiro ano da coleção: Pedro Franz, Pedro Cobiaco, Taís Koshino, Bianca Pinheiro, Bárbara Malagoli, Felipe Portugal, Paula Puiupo, Manzanna, Daniel Lopes, Felipe Nunes, Jão e Mariana Paraizo. Também agradeço aos lojistas que ajudaram na difusão da série e, principalmente, ao designer e grande amigo Jairo Rodrigues, essencial para o desenvolvimento do projeto.

É recompensador e gratificante concorrer junto com projetos encabeçados por artistas como Laerte, Angeli, Rafael Coutinho, Marcatti, Alan Moore, Neil Gaiman, Dave McKean e outras lendas dos quadrinhos. Sorte a todos!

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Série Postal 2018: a HQ produzida por Diego Gerlach para a coleção

Aqui está a arte de Diego Gerlach para o quinto e último número da Série Postal 2018. A HQ foi batizada pelo quadrinista com o título Eu Espio Você, Você Me Espia e está ambientada dentro do Gilsoverso, universo povoado pelos personagens do autor com os protagonistas do selo Vibe Tronxa Comix e da série Know-Haole. O quadrinho começará a ser distribuído de graça nos próximos dias em lojas especializadas de São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e Goiânia – você confere os pontos de distribuição no tumblr da Série Postal e na fanpage do projeto. O lançamento da HQ ocorrerá em evento em São Paulo, com a presença do autor, mas ainda sem data confirmada.

A Série Postal 2018 teve sua primeira edição lançada no mês de março, com um trabalho do quadrinista Alexandre Lourenço. O segundo número foi publicado em abril, com uma HQ da artista Raquel Vitorelo. A terceira edição, batizado de Ausência de Si, é da autora Cecília Silveira. O quarto número foi lançado no mês de junho, com arte da quadrinista Deborah Salles. As 12 edições prévias do projeto foram assinadas por Mariana Paraizo, Jão, Felipe Nunes, Daniel Lopes, Paula Puiupo, Manzanna, Felipe Portugal, Bárbara Malagoli, Bianca Pinheiro, Taís Koshino, Pedro Cobiaco e Pedro Franz.

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Deborah Salles e a produção do quarto número da Série Postal 2018

Volto a reunir por aqui a íntegra do depoimento de um artista participante da Série Postal sobre a produção de um dos números do projeto. Dessa vez, publico a íntegra das falas da quadrinista Deborah Salles sobre os bastidores do trabalho dela para a quarta edição do projeto no ano de 2018. Aproveito a deixa pra recomendar um pulo lá no Tumblr da coleção – no momento estão saindo por lá os comentários de Diego Gerlach sobre a quinta e última edição da Série Postal 2018. A seguir, aspas de Deborah Dalles:

“A primeira coisa em que pensei foi o formato. O convite para participar do projeto veio na época em que eu estava finalizando o meu TCC e fiquei refletindo em como pensar o quadrinho a partir do meu trabalho como designer, em como compor uma página e etc. Refleti sobre a proporção do postal e o que esse formato trazia pra mim.

A segunda coisa foi como as pessoas usam o postal e manipulam esse objeto. Quando você tem um postal em uma mesa, a chance de pegá-lo do lado certo é de 50%. É muito comum você virar um postal, virar de um lado e pro outro, ver o verso e a frente. É algo muito caraterístico do objeto, então pensei como trabalhar isso na história também. Esse era o meu gancho: como falar dessa manipulação”

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“Quando veio o convite pra participar eu tava numa época em que ia começar a usar óculos. Eu tava desenhando muito, aí minha visão ficou zoada e precisei dos óculos para ela ficar mais descansada. Achei que seria uma boa história, contar isso e também pensar nesse movimento das coisas pra ver melhor, seja aproximando ou afastando. O postal tem muito disso também: você pega e aproxima para poder ver melhor e depois joga de volta pra algum lugar”

“Eu queria fazer esse movimento de aproximação significar coisas diferentes. Quando você está vendo o zoom mais fechado na pessoa, você não consegue identificar o que está acontecendo. Na letra é o contrário, quando está o zoom mais aproximado é quando você entende. Então eu queria fazer esse jogo de um mesmo movimento significar duas coisas distintas”

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“Essa ideia surgiu dentro do consultório do oftalmo. Você tá lá, faz o teste pra ver o seu grau, com letras que parecem a mesma coisa e vão ficando mais claros. Eu achei que isso ia dar a mesma ideia. Eu queria fazer a coisa do postal girar. Então eu fiz uma coisa que fosse inversa uma da outra. Quando você está vendo a personagem mais de longe, a coisa que está em baixo disso é a letra mais de perto, é o movimento inverso e acho que fecha um ciclo”

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“Foi bem fácil entender na minha cabeça o que eu queria fazer, mas muito difícil fazer um desenho pra explicar o que eu queria fazer. É muito recente para mim trabalhar com outras pessoas e mostrar meu trabalho antes dele estar pronto. Eu peno muito pra fazer um desenho que fique claro. É muito estranho… Eu tô fazendo um livro com uma amiga, ela tá escrevendo e eu tô desenhando e eu tenho que deixar claro o que eu vou fazer antes de fazer, né? Nossa, é muito difícil. Achei que essas leituras do A-B-C iam funcionar melhor, mas nunca sei se isso vai ser claro pra outra pessoa”

“Eu tenho um interesse nesses temas banais e cotidianos, é algo que vai além dos quadrinhos. Seinfeld e essas histórias sobre nada sempre me chamam mais atenção, tem uma sutileza de histórias simples que eu gosto muito. A graça tá em outras coisas, não em grandes acontecimentos, sabe? Isso me interessa, trabalhar com o mínimo possível pra poder expandir as coisas, trabalhar além de uma narrativa com um grande arco ou um grande acontecimento”

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“No meu Trabalho de Conclusão de Curso na faculdade eu queria falar um pouco disso, de rotina dessa designer que vive em São Paulo e vê a cidade tendo designs muito diferentes do que ela faz. É um quadrinho que fala desse isolamento. Tem todas essas marcas ao redor dela, identidades visuais que mudam toda hora, enquanto o trabalho que ela faz é muito mais lento, tem outro tempo outro contexto, algo que já não tem lugar. Pra isso eu pensei do mesmo jeito do postal: resolvi primeiro o formato do livro, como ele ia ser, e a partir disso eu fiz a histórias”

“Como eu tava nessa de pensar o formato e pensar no objeto, eu também queria deixar o postal mais relacionado ainda com o design gráfico e lembrar quem estiver usando que aquilo é algo impresso. Uma das coisas muito características da impressão em offset são as quatro cores CMYK – ciano, magenta, amarelo e o preto. Como a impressão seria em quatro cores, pensei em mostrar essas cores como elas são, puras. Por isso eu queria que o preto fosse não composto, esse preto que é uma chapa só, assim como azul, e o vermelho fosse uma composição exata de amarelo e magenta. Isso fala do processo de impressão, né? A ideia era aproximar a pessoa desse processo. Também por isso, o desenho foi feito na mesma escala em que foi impresso. Quando você vê um desenho impresso no mesmo tamanho que o desenhista fez, te deixa mais perto da coisa”

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“No colegial eu usava mais postais, geralmente com amigas. Alguém viajava e mandava um postal. Aí eu recebi um monte de um amigo no primeiro ano da faculdade, o meu pai viu, gostou e agora ele sempre me manda postal. Se ele vai pra Minas Gerais ele me manda um postal. Então é uma coisa que está presente na minha vida”

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Série Postal: Diego Gerlach é o autor da quinta edição da coleção em 2018

O quadrinista Diego Gerlach assina a arte da quinta e última edição da Série Postal 2018. O autor é responsável pelas HQs da série Know-Haole, pelo suplemento Pirarucu da revista Baiacu e edita o selo Vibe Tronxa Comix. Em 2017 ele publicou os aclamados Nóia: Uma História de Vingança e o 12º número da coleção Ugritos, Arrecém. O quadrinho da artista para a Série Postal começará a ser distribuído de graça a partir das últimas semanas de julho. Você encontrará informações sobre o evento de lançamento da HQ e os locais de distribuição da obra, assim como outros conteúdos relacionados ao projeto tanto aqui, no Vitralizado, quanto no Tumblr e na Fanpage da coleção.

A Série Postal 2018 é fruto de uma parceria entre o editor e idealizador do projeto, o jornalista Ramon Vitral, e a gráfica Juizforana. A edição de estreia do segundo ano do projeto foi de autoria de Alexandre Lourenço, a segunda de Raquel Vitorelo, a terceira de Cecília Silveira e a quarta de Deborah Salles. As 12 edições da Série Postal lançadas em 2017, em parceria com o programa Rumos do Itaú Cultural, foram assinadas por Pedro Franz, Pedro Cobiaco, Taís Koshino, Bianca Pinheiro, Bárbara Malagoli, Felipe Portugal, Manzanna, Paula Puiupo, Daniel Lopes, Felipe Nunes, Jão e Mariana Paraizo.