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Bryan Singer e o futuro passado dos X-Men

E o cara que definiu a fórmula mais copiada de adaptação de hqs em filmes retorna ao posto do qual nunca deveria ter saído. Apesar de Matthew Vaughn ter mandado muito bem em X-Men: Primeira Classe, a volta de Bryan Singer como diretor de um filme da série deve ser comemorada. Ideia dele a pegada de ficção científica do X-Men de 2000, repetida em X-Men 2 e avacalhada no terceiro, dirigido pelo Brett Ratner enquanto o Bryan Singer filmava Superman Returns. Em Primeira Classe, Singer atuou como produtor.

O 7º filme com os mutantes (levando em conta o segundo do Wolverine, que sai antes) vai ser baseado no arco Dias de um Futuro Passado (aqui no Brasil saiu como Dias de um Futuro Esquecido), publicado nas edições 141 e 142 de Uncanny X-Men em 1981. No quadrinho, uma Kitty Pride do futuro viaja no tempo para alertar os X-Men das consequências nefastas do assassinato do senador Robert Kelly. Na realidade dela, os mutantes foram quase todos exterminados e os Estados Unidos são governados por Sentinelas.

Como consta na matéria do Bleeding Cool, grande parte do elenco do filme de 2000 deve retornar. Acredito que o Bryan Singer pode estar criando uma forma de descartar a produção do Brett Ratner de sua cronologia mutante. Algo semelhante ao conceito do Jornada nas Estrelas do J. J. Abrams, de criar uma narrativa paralela à série original. A partir dessa viagem no tempo, a morte de Charles Xavier e Ciclope em X-Men 3 – O Confronto Final seriam esquecidas e Singer poderia dar um fim apropriado à sua trilogia.

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