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Posts por data novembro 2015

Cinema / Matérias

The Flying Man: a Sony compra os direitos de adaptação do curta de Marcus Alqueres

Em julho de 2013 o curta The Flying Man teve mais de 500 mil visualizações em apenas um mês online. Contando a história de um misterioso homem voador que aparece nos céus de Toronto, a obra foi dirigida pelo cineasta brasileiro Marcus Alqueres. Na época do lançamento entrei em contato com o autor do filme, conversamos e o papo virou matéria na Galileu. Dois anos depois, é divulgado que a Sony comprou os direitos de adaptação do curta em um longa. A obra deverá ser filmada nos próximos anos, Alqueres provavelmente ficará com a direção e o texto final será do roteirista e produtor Chris Collins, responsável por vários episódios das aclamadas séries de TV The Wire e Sons of Anarchy. Voltei a entrar em contato com o diretor brasileiro. Dessa vez a conversa virou matéria no Uol. Vai lá ver.

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Killing and Dying: a HQ do Adrian Tomine ganhou uma resenha do Chris Ware

O Guardian convidou o Chris Ware pra fazer uma resenha do Killing and Dying, livro novo do Adrian Tomine. Isso aí: o Guardian convidou o Chris Ware pra fazer uma resenha do Killing and Dying, livro novo do Adrian Tomine. Não vou repetir outra vez, beleza? Se eu fosse você, iria correndo lá pro site do jornal ler e reler o texto. Deixo uma previazinha traduzida só pra você sacar o tanto que o criador do Jimmy Corrigan gostou do trabalho mais recente do autor de Optic Nerve: “a quinta história, Killing and Dying, é provavelmente a melhor da coletânea e talvez a melhor história curta já escrita/desenhada em formato de quadrinho”. Ó o resto aqui.

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Thing Explainer: o livro novo do Randall Munroe saiu acompanhado de um jogo

Ainda falta pouco mais de um mês pra acabar, mas 2015 definitivamente não será lembrado como o ano mais memorável do Xkcd. O Randall Munroe continua genial, só não apresentou ao mundo nenhuma pérola como os painéis de Click and Drag e Time. Talvez o foco dele ultimamente esteja em seus livros. Hoje saiu o Thing Explainer, já falei dele por aqui, lembra? É um livro no qual o autor explica algumas das questões científicas mais complicadas que existem apenas com as 10 mil palavras mais populares da lingua inglesa. Pra celebrar o lançamento ele colocou no ar um post interativo lá no Xkcd, batizado de Hoverboard. Ainda não explorei a fundo o post, mas certeza que não é apenas um joguinho.

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The Believer, por Charles Burns

História antiga, mas o pôster é lindo o suficiente pra ganhar um post exclusivo. Em 2012 a Believer tava como uma promoção assim: você assinava a revista e levava pra casa essa pérola aqui em cima, com 130 dos perfis ilustrados pelo Charles Burns e publicados no periódico. MAS AÍ que o pôster ainda tá a venda lá na loja da McSwenney’s, editora da revista. Por 15 dólares, cara. Acha que dá pra cogitar a possibilidade, hein?

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Força pra Bolha!

A Bolha Editora tem um dos mais sensacionais catálogos de quadrinhos e ‘coisas legais feitas em papel’ do Brasil. Eles lançaram a melhor HQ publicada por aqui em 2014, lembra? O Wimbledon Green do Seth. Ficou sabendo da notícia triste pra caramba que veio do pessoal da editora ontem? Pegou fogo no segundo andar do Comuna, a principal sede física da editora. O estrago foi grande e eles perderam bastante coisa. Os responsáveis pela Bolha publicaram um depoimento no Facebook falando um pouco mais do que rolou e dando algumas instruções pra quem quiser ajudar. Ó:

“Coragem.

Nós consideramos que, para ter e manter uma editora independente no Brasil, é um ato no qual é necessária uma boa dose de coragem. Apostar em novas iniciativas, conteúdo, em novas formas de divulgação, comunicação é arriscar muitas vezes não fechar as contas do mês, e mesmo assim seguir de cabeça erguida e continuar produzindo, livro atrás de livro, ideias atrás de ideias, sem ralentar, sem desistir, sem perder o entusiasmo.

E às vezes, o destino demanda mais um pouquinho de coragem da gente. Hoje às 13 h 26 tivemos um incidente, incêndio no espaço da editora, no segundo andar da Comuna, e o dano causado por ele não foi pequeno. Perdemos alguma coisa, perdemos bastante coisa. Tudo bem. Tudo que se perde rápido, se reconstrói com tanta força e vontade quanto é possível.

Cabeça erguida, olhar pro horizonte, “não vamos hibernar, vamos criar novas tradições”, é o que Tove Jansson, a autora de Moomin, diria, e é o que nós podemos dizer diante dessa situação. Vamos nos reerguer, mas no momento estamos de portas fechadas por tempo indeterminado. Continuamos na Comuna, ocupando o primeiro andar com uma mesinha no pátio, e a partir de amanhã, quando a exposição acabar, estaremos na casamata. Se você ama A Bolha, se você quer nos ajudar, o melhor a fazer no momento enquanto estimamos os danos é vir nos dar um abraço aqui na Rua Sorocaba, e se puder, leve um livro. Fomos à Bhering pegar mais publicações no nosso estoque e estamos repletos, para olhos atentos e mentes curiosas, que não vão ter de ficar sem um lar. Continuamos, também, no nosso site <<abolhaeditora.com.br>> e com o nosso projeto de frete grátis às segundas-feiras de Vila Isabel ao Leblon.

Voltamos em breve, com mais notícias, mais livros e mais amor!

OBS : Para quem comprou um dos pôsteres da Le Dernier Cri, tentaremos resolver a situação da melhor forma possível. Conseguimos salvar alguns que já estavam guardados, enquanto para os que queimaram, não se preocupem – os compradores serão ressarcidos. Entraremos em contato com você por e-mail, e o dinheiro estará na sua conta até o dia 30 de novembro.”