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Sábado (20/10) é dia de lançamento de Ar Condicionado, de Gustavo Piqueira

Tem programa pra sábado (20/10)? Então deixo aqui o convite pro lançamento do álbum Ar Condicionado, HQ do designer Gustavo Piqueira publicada pela editora Veneta. O evento rola na Ugra, a partir das 16h e eu estarei por lá pra mediar a conversa que antecederá a sessão de autógrafos do livro, com a presença do autor e do editor da Veneta, Rogério de Campos. A obra é a primeira história em quadrinhos de Piqueira, um dos designers brasileiros mais premiados da atualidade, responsável pelos projetos gráficos e pelas capas de obras como Do Inferno, Ayako, Imageria e Terra dos Filhos. Promessa de papo bem bom, viu?

Aliás, você já chegou a dar uma conferida em Ar Condicionado? Recomendo. É daquelas obras pouco usuais e provocantes que fazem pensar bastante sobre as possibilidades da linguagem dos quadrinhos. O álbum mistura texto e imagem de forma como poucas vezes já vi dentro de uma trama interessante sobre solidão. O papo no sábado tá marcado pra começar às 16h e a Ugra fica na Rua Augusta, número 1371, loja 116. Você encontra outras informações pro lançamento lá na página do evento no Facebook. Enquanto isso, dá uma conferida nessa prévia do quadrinho:

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Uma conversa com Carlos Neto sobre Fugir – O Relato de um Refém e os quadrinhos de Guy Delisle

Já escrevi por aqui como Fugir – O Relato de um Refém é um dos melhores quadrinhos publicados no Brasil em 2018. Eu entrevistei o autor da obra, o canadense Guy Delisle, e escrevi sobre a HQ pro UOL. Agora sentei para conversar sobre o álbum com o Carlos Neto, editor do canal Papo Zine. Chamamos atenção para o que consideramos de mais interessante na HQ e apresentamos algumas relações entre Fugir e trabalhos prévios de Delisle. Papo massa. Dá o play:

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PARAFUSO ZERO – Expansão: Bastidores [Parte #12: Balanço e próximos projetos]

A campanha de financiamento coletivo do álbum PARAFUSO ZERO – Expansão não atingiu a meta de R$ 28,500 para que a obra fosse impressa. No ar no site Catarse ao longo de 60 dias, o projeto do quadrinista Jão, que teve a minha participação no papel de editor do quadrinho, contou com o apoio de 220 pessoas e conseguiu pouco mais de 80% do montante pedido.

Produzida durante todo o período da campanha, a série de posts PARAFUSO ZERO – Expansão: Bastidores teve como proposta tratar do desenvolvimento da HQ e das reflexões de seu autor enquanto o projeto buscava apoio e tomava forma. No post de hoje, penúltimo da série, Jão fala sobre a meta não alcançada para o financiamento do álbum, faz um balanço inicial desses dois meses de campanha e trata de seus próximos trabalhos. Saca só:

PARAFUSO ZERO – Expansão: Bastidores [Parte #12: Balanço e próximos projetos]

Saldo positivo

“Acredito que, mesmo que o projeto não tenha atingido seu objetivo e sido bem-sucedido, o saldo foi positivo. Foram mais de 220 pessoas que apostaram na ideia, que fizeram parte disso tudo junto comigo. Nossa própria experiência, eu na posição de autor e você na de editor, na construção dessa campanha e de tudo o que conversamos sobre o álbum foi algo que gostaria de ressaltar como muito importante para minha carreira também. O desenvolvimento junto com toda a equipe que trabalhou muito para viabilizar essa piração minha foi incrível e enriquecedor. Além disso, vejo que meu trabalho ficou muito mais conhecido desde a abertura do financiamento coletivo do quadrinho, tem muito mais gente me acompanhando e interessada em saber o que estou fazendo, o que, por si só, é algo que acrescenta demais para mim como artista.

É um projeto que não deu certo e isso é ruim, pois gostaria muito de ter conseguido realizar essa história já que considero ser minha incursão com maior grau de experimentação na linguagem dos quadrinhos até aqui. Sem contar que, cada vez mais, esse universo que iniciei em 2016 está se tornando parte de nosso cotidiano, basta andar na rua e ver a onda de violência e de discursos extremistas que estão tomando conta de nosso país atualmente. Talvez o PARAFUSO ZERO – Expansão seja o meu Duna (risos) De qualquer forma, analisando friamente, acho que o balanço é bom. Fizemos muitas coisas, rolou uma divulgação muito legal por parte da mídia especializada, abrimos um canal para falar de certos aspectos que não estavam sendo discutidos dentro do mercado autoral aqui no Brasil, como é o caso dos super-heróis na contracultura. Em resumo, mesmo que não tenha dado certo, estou satisfeito”.

Balanço

“Eu acho que ainda está cedo para uma análise mais profunda em termos de erros e acertos, assim como lições que serão tiradas a partir da experiência com a campanha. Espero que nos próximos dias possa fazer uma avaliação mais detalhada e extrair conhecimento de tudo isso que fizemos juntos. Agora estou exausto. Um ponto que gostaria de destacar, contudo, é que minha opinião não mudou em relação ao financiamento coletivo. Ainda acho que é uma das melhores formas de viabilizar projetos de quadrinhos. A questão é entender onde surgiram os problemas que afetaram no desempenho de arrecadação da campanha. Ficamos com mais de 80% da meta atingida, então acho que, com alguns ajustes, dá para seguir utilizando esse modelo, até porque é construída uma relação próxima entre autores e leitores, o que considero muito importante”.

Viabilidade

“Acho difícil que um dia a PARAFUSO ZERO – Expansão venha a acontecer. Entrei no financiamento coletivo porque foi a forma que encontrei para viabilizar esse trabalho. Como disse anteriormente aqui na série Bastidores, acho que essa obra tem muito a ver com adereços que são acoplados ao produto final, sejam zines, cards, pôsteres etc. Não era só um álbum, era uma expansão em diversos aspectos. Antes mesmo do início da campanha no Catarse, recebi propostas de editoras interessadas no projeto, mas não cheguei em uma conclusão sobre como poderia ser feito um acordo que viabilizaria todo o suporte necessário para a publicação, incluindo esses produtos que orbitam o título e a equipe que está trabalhando comigo…”

Descanso e próximos projetos

“Agora quero tirar uns dias para descansar e avaliar tudo isso que fizemos. Acho importante e necessário. Somente após esse período que vou pensar quais serão os meus próximos passos. Tenho muitos projetos em curso, que estão em diversos níveis de execução, então terão novos trabalhos meus circulando por aí em breve, só não sei dizer quais (risos) Fiz o financiamento coletivo de uma forma em que nada do valor arrecadado viria pra mim diretamente, ou seja, meu pagamento como autor seria viabilizado por meio das vendas dos álbuns depois do lançamento, mas foi algo que resolvi apostar e dedicar meu ano. Como não rolou, terei que investir um tempo em trabalhos fora dos quadrinhos também”.

CONTINUA…

ANTERIORMENTE:

>>PARAFUSO ZERO – Expansão: Bastidores [Parte #11: Estrutura, experiência de leitura e construção narrativa];
>> PARAFUSO ZERO – Expansão: Bastidores [Parte #10: Catálogo de personagens];
>>PARAFUSO ZERO – Expansão: Bastidores [Parte #9: Facebook, drogas psicodélicas e algoritmos falhos];
>> PARAFUSO ZERO – Expansão: Bastidores [Parte #8: Viabilidade, encontros e trocas];
>> PARAFUSO ZERO – Expansão: Bastidores [Parte #7: Chris Ware, Elza Soares, Emicida e uma teia paranóica de referências];
>> PARAFUSO ZERO – Expansão: Bastidores [Parte #6: Akira, Wally e paralelismos distópicos];
>> PARAFUSO ZERO – Expansão: Bastidores [Parte #5: Proporções extremas e a insignificância humana no Universo];
>> PARAFUSO ZERO – Expansão: Bastidores [Parte #4: A origem do ‘Formato Jão’];
>> PARAFUSO ZERO – Expansão: Bastidores [Parte #3: Um sonho com Moebius];
>> PARAFUSO ZERO – Expansão: Bastidores [Parte #2: Baixo Centro, Flores e texto];
>> PARAFUSO ZERO – Expansão: Bastidores [Parte #1: origens, restrições e OuBaPo].

Entrevistas / HQ

Papo com Guy Delisle, o autor de Fugir – O Relato de Um Refém: “Você não sabe o que faria em uma situação tensa que nem aquela”

Fugir – O Relato de Um Refém é o mais recente trabalho do quadrinista canadense Guy Delisle publicado em português. Eu escrevi sobre a obra lançada por aqui pela Zarabatana Books para o portal UOL. No texto eu apresento algumas aspas da minha entrevista com o autor, tratando principalmente do processo de adaptação para quadrinhos do relato do trabalhador humanitário francês Christophe André sobre seus 111 dias como refém de uma milícia no Cáucaso no ano de 1997. Com 432 páginas, o livro oferece uma experiência de leitura angustiante, sempre propondo ao leitor possíveis questionamentos em relação a quais escolhas ele faria no lugar do protagonista da HQ.

Quinto livro de Delisle publicado no Brasil, Fugir é o primeiro não protagonizado pelo autor. Ao contrário dos diários de viagem Shenzhen – Uma Viagem à China, Pyongyang – Uma Viagem à Coreia do Norte, Crônicas Birmanesas, Crônicas de Jerusalém e do bem-humorado Guia de Um Pai Sem Noção, Delisle se faz presente apenas na primeira página de Fugir, entrevistando Christophe André. Ainda assim, após ambientar seus trabalhos mais conhecidos em locais com governos ditatoriais ou conhecidos pelas restrições impostas aos seus cidadãos, Fugir soa como o mais recente capítulo de uma série sobre pessoas em contextos de falta de liberdade – tópico obrigatório para um Brasil em meio a uma disputa presidencial protagonizada por um candidato militarista, pró-tortura, fascista, misógino, machista, xenófobo, homofóbico e racista.

Recomendo demais a leitura de Fugir – O Relato de Um Refém e da minha matéria sobre o quadrinho para o UOL. Depois volte aqui e leia a íntegra da minha entrevista com Delisle, conversa muito interessante sobre a construção de sua HQ mais recente, a dinâmica de seu trabalho com Christophe André e as reflexões que vieram à mente dele enquanto desenvolvia o álbum. Com vocês, papo com Guy Delisle:

[A entrevista a seguir foi traduzida pelo jornalista, crítico, pesquisador e tradutor Érico Assis. Valeu pela ajuda, Érico!]

“Tínhamos que transformar isso em história em quadrinhos. E ele falou: ‘Claro, por que não?'”

Você lembra do momento em que teve a ideia de contar a história do Christophe André em HQ? Aliás, você lembra como a mídia francesa noticiou essa história?

Eu tinha lido o diário de Christophe no jornal e depois tive oportunidade de encontrá-lo num dia que ele estava com amigos da Médicos Sem Fronteiras, que me avisaram: ‘Ele vem almoçar conosco.’ Como eu já conhecia a história, comecei a fazer perguntas, mas pensei que uma pessoa que tivesse passado por uma experiência daquelas não ia gostar de contar. Fui pensando: que trauma, ele não vai falar muita coisa. Só que, na verdade, ele foi muito aberto. Contou a história inteira a todos nós, com detalhes, e aquilo foi tão fascinante que eu pensei: Uau, tínhamos que transformar isso em história em quadrinhos. E ele falou: ‘Claro, por que não?’ Levei bastante tempo, mas desde ali, desde o princípio, eu percebi que embora a maioria das pessoas que é sequestrada não goste de contar a experiência, esse cara era diferente porque ele tinha fugido. Como ele mesmo disse: ‘Fugir é a melhor terapia’. Por isso ele não se sentia vítima nem nada do tipo. Se sentia inclusive mais forte que antes do sequestro. Por isso que não tinha problema em contar.

Você poderia falar um pouco da dinâmica do seu trabalho com o Christophe André? Como ele recebeu a sua proposta de transformar a história dele em quadrinho?

Passamos só um dia juntos, mas ficamos em contato durante os 15 anos que eu levei para fazer o álbum. Ficamos muito amigos porque temos muito em comum. Acho que é por isso que o quadrinho está aí, pois de outro modo acho que teríamos perdido o contato. A partir da gravação eu fiz várias anotações, coloquei em ordem e comecei a trabalhar. Eu enviava as páginas pra ele, pois foi a primeira vez que coloquei palavras na boca de alguém e no começo achei muito difícil. Ficava pensando: o Christophe vai ter que ler isso aqui. Se não eu vou ficar num bloqueio constante. Então eu fazia 10 ou 15 páginas, enviava pra ele, ele me dava um retorno e eu seguia adiante. Eu não queria que ele tivesse surpresas negativas no final, quando recebesse o livro. Queria que ele soubesse o que estava no livro e concordasse com tudo.

“Um amigo tirou fotos minhas seminu na cama e no chão, que na época deu uma sensação muito esquisita, mas ajudou bastante porque optei por um desenho mais realista que o meu normal”

Uma grande diferença entre o Hostage e os seus livros de viagens é que você não teve a experiência de estar presente no local em que a sua história é ambientada. O processo de criação desse livro foi muito diferente desses outros? Você usou muitas referências fotográficas? Como decidiu o que desenhar?

Bom, a maior parte do livro se passa em uma sala onde não tem nada, e isso é bem fácil de desenhar. No resto, tirei fotos de mim mesmo amarrado a um radiador no meu estúdio. Tenho algemas que comprei porque sabia que era uma coisa que ia desenhar por 400 páginas. Um amigo tirou fotos minhas seminu na cama e no chão, que na época deu uma sensação muito esquisita, mas ajudou bastante porque optei por um desenho mais realista que o meu normal. Foram boas referências. Depois disso, quando ele foge e estamos na Chechênia, procurei imagens vilarejos na Inguchétia e na Geórgia porque na internet, quando se procura Chechênia, só se encontra lugares fechados, nada externo.

Você poderia falar um pouco das suas técnicas?

Desenho tudo no papel e depois escaneio. Eu desenhava em folhas avulsas em vez de ter uma prancha final, porque queria chegar no aspecto de rabisco. Não apagava nada. Saía desenhando e ficava com o que me deixasse satisfeito, e no fim do dia escaneava tudo e deixava a montagem da página para depois, no computador. Sombreamento e tons de cinza também foram no computador. Ou seja, metade do dia era desenhar e escrever, isso pela manhã. Aí no fim do dia eu escaneava e montava. Em um dia normal de trabalho, costumo fazer uma página.

“Christophe dizia: ‘Com uma pressão dessas, você vira uma pessoa bem diferente.'”

Mesmo não tendo tantas variações de cores, Hostage é o seu livro mais colorido, certo? Como você chegou nessa paleta específica de tons azulados e cinzas?

O desenho é simples, as cores são simples. Ele me dizia que ficou numa penumbra cinzenta. Não havia luz total no quarto. Era sempre meia luz, o tempo todo. Então resolvi mostrar isso com variações de cinza e um tom de azul. Foi isso.

Eu acho que o maior mérito do livro está em colocar na cabeça do leitor a dúvida do que ele faria no lugar do seu personagem. Você costuma especular sobre o que teria feito no lugar do seu protagonista?

Não sei. Christophe dizia: ‘Com uma pressão dessas, você vira uma pessoa bem diferente.’ Ele é um cara bem tranquilo e, quando pensa no que fez, é uma coisa que vai quase além da imaginação. Mas ele fez. E, como ele diz, você não é mais o mesmo. Você vira outra pessoa. Ou seja, você não sabe o que faria em uma situação tensa que nem aquela.

O quadrinho saiu em inglês como Hostage e em francês como S’Enfuir. Você que decidiu as duas versões do título? Aliás, foi difícil determinar qual seria o título?

Só escolhi o título em francês e deixei os outros a cargo de cada tradutor.

Os seus livros tratam principalmente de liberdade e de locais nos quais ela tem alguma restrição. O mundo está cada mais conservador e hostil em relação a liberdades individuais. O que você pensa sobre isso? Você é pessimista ou otimista em relação ao nosso futuro?

Depende do dia.

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Sábado (13/10) é dia de festa de aniversário de seis anos do Vitralizado!

Convido todos os leitores do Vitralizado para a festa de seis anos do blog! O evento celebrando o aniversário do site rola no sábado, a partir das 16h, na Ugra (R. Augusta, 1371, loja 116), aqui em São Paulo. Eu estarei por lá lançando o já tradicional postal de aniversário do blog, com arte do quadrinista Benson Chin e em duas versões – cê já viu, né? Sempre lembrando: os postais são de graça. Aliás, também vou levar exemplares das cinco edições da Série Postal 2018. Será uma das últimas chances procê completar sua coleção, viu?

E quem chegar cedo ainda vai me ver trocando uma ideia com o Carlos Neto, responsável pelo canal Papo Zine, sobre esse seis primeiros anos de atividade do Vitralizado e também pitacos nossos em relação a produção de conteúdo sobre quadrinhos e muito mais. Você confere outras informações sobre a festa lá na página do evento no Facebook.

Vitralizado 6 anos: a festa!
Quando: 13 de outubro (sábado), 16h
Local: Ugra Press (Rua Augusta, 1371, Loja 116, Consolação, São Paulo – SP)
Entrada gratuita

Editado pelo jornalista Ramon Vitral, o blog Vitralizado completou seis anos no dia 3 de outubro de 2018. O aniversário de um dos mais importantes espaços sobre quadrinhos da internet brasileira será celebrado no dia 13 de outubro, sábado, na loja da Ugra, em São Paulo. Durante o evento será lançado e distribuído de graça o postal comemorativo de aniversário do blog, assinado pelo quadrinista Benson Chin, membro do coletivo O Miolo Frito.

O evento terá início às 16h, com uma mesa com a presença de Ramon Vitral e do jornalista Carlos Neto, responsável pelo canal Papo Zine. A conversa será centrada nos seis anos de atividades do Vitralizado, nos planos para o futuro do site e na produção de conteúdo sobre quadrinhos no Brasil.

Vitralizado: Editado pelo jornalista Ramon Vitral, o Vitralizado é um dos principais espaços sobre HQs da imprensa nacional. Desde sua criação, em outubro de 2012, já publicou entrevistas e matérias com alguns dos mais celebrados quadrinistas do mundo. Nos arquivos do site constam conversas com artistas como Chris Ware, Charles Burns, Richard McGuire, Rutu Modan, Laerte, Fabio Zimbres e outros grandes nomes das HQs mundiais.

Postais Vitralizado: A coleção de postais do blog Vitralizado é composta pelas 17 edições da Série Postal, projeto editado por Ramon Vitral desde janeiro de 2017, e pelas três edições comemorativas de aniversário do site. Antecederam o postal de seis anos assinado por Benson Chin uma obra do quadrinista Shiko, celebrando o aniversário de cinco anos do blog, e uma de autoria do designer e ilustrador Jairo Rodrigues, comemorando o quarto aniversário e lançada em 2016.