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HQ / Matérias

Como Falar com Garotas em Festas, Fábio Moon, Gabriel Bá, Neil Gaiman e…Laerte?

Conversei com os quadrinistas Fábio Moon e Gabriel Bá sobre Como Falar com Garotas em Festas, adaptação feita pelos dois para quadrinhos para o conto homônimo do Neil Gaiman. O nosso papo virou matéria na mais recente edição da Rolling Stone. Eles me falaram sobre as origens do projeto, o processo de transformar o texto do criador de Sandman em um roteiro de quadrinho e a belíssima arte em aquarela da HQ. Os dois autores da obra também falaram sobre o diálogo entre o enredo de Gaiman e a trama concebida pela brasileira Laerte na clássica Fadas e Bruxas. Enfim, recomendo o quadrinho e também a Rolling Stone recém-chegada às bancas. Em breve a íntegra da minha conversa com os dois quadrinistas dá as caras por aqui.

ComoFalarCapa

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Chester Brown e os indícios bíblicos de que Maria, mãe de Jesus, foi uma prostituta reunidos em sua nova HQ

Entrevistei o Chester Brown sobre o lançamento da edição brasileira de Maria Chorou aos Pés de Jesus – Prostituição e Obediência Religiosa na Bíblia, publicada por aqui pela WMF Martins Fontes com tradução do Érico Assis. Acho o tema do quadrinho interessante e o autor amarra muito bem seus argumentos, mas gosto principalmente da preocupação do Chester Brown em tornar a sua narrativa o mais simples e eficiente possível em prol da leitura da HQ. Ele é um gigante dos quadrinhos norte-americanos e membro de uma das gerações mais interessantes de autores vindos dos Estados Unidos e Canadá – junto com Charles Burns, Chris Ware e Daniel Clowes. Meu papo com o autor virou matéria lá no UOL. O link pro texto tá aqui e em breve reproduzo no blog a íntegra da nossa conversa.

Maria ChorouCapa

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Richard McGuire, Aqui e a passagem do tempo como uma forma fragmentada de ver os acontecimentos

Entrevistei o quadrinista Richard McGuire sobre as origens e a produção de Here, uma das obras-primas dos quadrinhos mundiais que acabou de ganhar edição em português pela Companhia das Letras com o título de Aqui. O nosso papo virou matéria lá no UOL e recomendo uma lida no meu texto pra você entender um pouco da importância e da ousadia do trabalho de McGuire na HQ. Acho bastante improvável que saia no Brasil em 2017 outro quadrinho tão bom quanto Aqui. Sério, não deixa passar esse não, ok? Em breve publico por aqui a íntegra da conversa. Enquanto isso, dá uma lida na minha matéria.

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Derf Backderf, Meu Amigo Dahmer e a espiral descendente de Jeffrey Dahmer

Meu Amigo Dahmer (Darkside) é um dos melhores quadrinhos publicados no Brasil em 2017. As 288 páginas da HQ de Derf Backderf narram a amizade do autor da obra com um dos maiores serial killers de todos os tempos, Jeffrey Dahmer. Ao ser preso, ele confessou 17 assassinatos e práticas envolvendo abuso sexual, necrofilia e canibalismo. Me impressiona no quadrinho não apenas o domínio pleno de Backderf da linguagem dos quadrinhos, mas a frieza de sua narrativa e como ele é impiedoso com todos ao redor de Dahmer. Entrevistei o autor da HQ e nosso papo virou matéria na edição da agosto da revista Rolling Stone. A revista chega às bancas de São Paulo amanhã (14/8) e o texto está disponível no site da publicação.

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Nick Sousanis, Desaplanar e a multiplicidade de perspectivas das histórias em quadrinhos

Fiz uma longa entrevista com o quadrinista e pesquisador Nick Sousanis sobre Desaplanar, primeira tese de doutorado publicada em formato de HQ na Universidade de Columbia. O livro saiu lá fora com o título de Unflattening e chega às livrarias brasileiras até o final do mês pela Veneta, com tradução do Érico Assis. Transformei a minha conversa com o autor em matéria, publicada na edição de ontem da Ilustríssima da Folha de São Paulo. Dos meus papos preferidos e definitivamente um dos que mais me fez pensar em relação a o que é possível se fazer com uma HQ. Sem dúvidas, um dos grandes álbuns publicados em português em 2017. Dá um pulo lá no site da Folha pra ler o meu texto.

“Testemunhamos o tempo passar de forma sequencial –os ponteiros do relógio avançam, mudamos de uma atividade para outra, e assim por diante. Mas, ao mesmo tempo, os pensamentos estão sempre à deriva, acontecendo todos de uma vez. Os quadrinhos não só nos permitem respirar tanto no mundo das imagens quanto no dos textos como nos possibilitam ter experiências de simultaneidade e sequencialidade, o que lhes dá enorme poder diante de narrativas complexas ou para explorar ideias a fundo”, Nick Sousanis

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Bar, O Miolo Frito e os bastidores de um boteco de São Paulo

Já comentei por aqui o tanto que gostei de Bar, álbum dos caras do Miolo Frito publicado há alguns meses pela Mino. Agora eu escrevi pra Rolling Stone de julho uma resenha da HQ. O meu texto sobre o quadrinho foi impresso do lado de críticas sobre o Paciência do Daniel Clowes e uma compilação de contos do Dostoiévski – o que considero um tremendo feito pra um quadrinho sobre um boteco pé sujo de São Paulo. Chamei atenção principalmente pra arte incrível e pro entrosamento de Breno Ferreira, Benson Chin, Adriano Rampazzo e Thiago A.M.S., dessa vez com a participação de Shun Izumi. Recomendo o meu texto na revista e, mais uma vez, o gibi.

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Oscar Zarate e a produção da coletânea A Vida Secreta de Londres

Entrevistei o quadrinista e editor argentino Oscar Zarate e transformei a nossa conversa em matéria pro UOL. Ele é o organizador e um dos autores da coletânea A Vida Secreta de Londres, recém-publicada por aqui pela Veneta e com trabalhos de uma galera do naipe de Alan Moore, Neil Gaiman, Dave McKean, Iain Sinclair e Melinda Gebbie. Algumas das histórias do álbum tratam de temas muito pertinentes em relação à dinâmica de grandes centro urbanos e as pessoas que neles habitam. Recomendo uma lida no meu texto pra você saber mais sobre as histórias presentes na obra, a concepção do projeto e a experiência de Zarate em ilustrar um roteiro de Alan Moore. Tá aqui o link.

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Os Morcegos-Cérebro de Vênus e Outras Histórias e o despertar da Era de Ouro dos quadrinhos norte-americanos

O trabalho de Carlos Junqueira e Lauro Larsen na coletânea Os Morcegos-Cérebro de Vênus e Outras Histórias resultou em uma dos álbuns mais interessantes e divertidos publicados no Brasil em 2017. Os dois editores do projeto restauraram 29 histórias em quadrinhos de ficção científica lançadas nos Estados Unidos entre 1939 e 1954 e assinadas por autores do naipe de Jack Kirby, Alex Toth, Steve Ditko e Wally Wood. É um quadrinho mais sensacional que o outro numa edição de 208 páginas com acabamento de luxo. Conversei com os dois idealizadores do álbum e transformei nosso papo em matéria pro UOL, dá uma lida.

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Guy Delisle fala sobre a rotina com os filhos apresentada em O Guia do Pai Sem Noção e revela os bastidores da produção de Hostage

O canadense Guy Delisle é autor de alguns dos quadrinhos que mais gosto. Em 2017 ele está em alta em seguida ao lançamento do primeiro volume de O Guia do Pai Sem Noção por aqui pela Zarabatana e da publicação de Hostage lá fora pela Drawn & Quarterly. A única coisa em comum entre os dois título é o autor: enquanto um mostra a rotina de Delisle como pai de família, o outro é uma adaptação com mais de 400 páginas para o formato de quadrinho de um depoimento dado a ele por funcionário da Médico Sem Fronteiras que passou 111 dias como refém de uma milícia no Cáucaso em 1997. Entrei em contato com o quadrinista para falar sobre essas duas obras e nosso papo virou matéria no UOL. Vai lá dar um lida.

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Estudante de Medicina: a jornada de Cynthia B. da medicina para as histórias em quadrinhos

Acabou de chegar às bancas de São Paulo a edição de maio da Rolling Stone Brasil. Escrevi pra revista sobre Estudante de Medicina, livro da Cynthia B. sobre os anos dela na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro. O texto vem com algumas falas da autora em relação às reflexões feitas por ela relacionadas aos aspectos biográficos e ficcionais do quadrinho. Recomendo: compre a revista e leia o gibi – ou vice-versa.