Vitralizado

Posts por data abril 2015

Cinema

A violência de Wes Anderson

Mais um desses ensaios sensacionais inspirados na filmografia do Wes Anderson que volta e meia aparecem por aí. Dessa vez a edição é focada nas cenas de violência dos filmes diretor. Tudo bem caricato, como sempre. Ó:

Cinema

Legends + Mad Max: Estrada da Fúria = 2015, o ano de Tom Hardy

Viu o mais recente trailer de Mad Max? E o primeiro de Legend? Os dois filmes são protagonizados pelo Tom Hardy, sendo que o segundo tem o ator em dobro. Se a filmografia dele pra você está limitada a Inception e ao papel de Bane no terceiro Batman de Christopher Nolan, fique esperto. Ano passado ele levou nas costas o ótimo Locke e, em 2008, ele quebrou tudo com o sensacional Bronson. Esse ano veremos o cara em dois filmes que prometem pra caramba. Os trailers do próximo Mad Max são espetaculares, se o filme seguir a mesma linha testemunharemos o despertar de um clássico moderno. Já em Legend ele interpreta os gêmeos Reggie e Ron Kray, dois dos mais célebres mafiosos ingleses dos anos 60. Enquanto Mad Max está previsto para chegar aos cinemas brasileiros dia 22 de maio, Legend estreia na Inglaterra em setembro e ainda não tem data de lançamento por aqui. Aguardemos.

Séries

Mad Men: o futuro de Don Draper e o provável retorno de Dick Whitman

Faltam três episódios para o fim de Mad Men. Tenho assistido essa última temporada da série com celular, email e facebook desligados e a porta do quarto fechada. Não quero distrações. É o final de uma das obras-primas da televisão mundial e merece ser assistido com atenção plena. O seriado não é como Lost, Sopranos ou True Detective que instigaram os espectadores a criar teorias sobre seus encerramentos. Apesar de tão envolvente quanta essas que citei, Mad Men é muito mais contemplativa. Ainda assim, tenho pensado bastante sobre os prováveis destinos de Don Draper e seus colegas da Sterling Cooper. Se você ainda não viu os episódios mais recentes, pare por aqui, combinado? Vou soltar uns spoilers.

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Cinema / HQ

A Marvel precisa renovar sua fórmula após Vingadores: Era de Ultron (mas provavelmente não vai)

Sou um grande defensor dos filmes da Marvel. A fórmula do estúdio é clara e a proposta também: personagens carismáticos, tramas simples, efeitos especiais sensacionais, ótimas cenas de ação e sempre tendo em vista um público além do leitor usual de quadrinhos. É exemplar o trabalho de Kevin Feige, presidente da empresa. Ele é consciente de seu mercado e pensa a longo prazo. Quando Homem-Formiga chegar aos cinemas em julho, encerrando a Fase 2 do Universo Marvel no cinema, o estúdio terá lançado 12 filmes em um intervalo de sete anos. Até julho de 2019 serão mais 10, encerrando a Fase 3 e chegando a 22 produções que compõem uma mesma linha cronológica. Sem contar os seriados. Isso tudo é inédito na história do cinema. Um trabalho impressionante que deve ser reconhecido.

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Séries

A 2ª temporada de True Detective X Michael Mann

Não tô maluco de estar vendo MUITO Michael Mann nesse material de divulgação da 2ª temporada de True Detective. Fala sério, cara, olho pra esse pôster e só consigo imaginar que ele poderia ser uma arte para Colateral ou Miami Vice. São os mesmos cenários e as fotografias parecem demais. Repito: se proceder, tremenda influência. Ia ajudar bastante, já que o elenco dessa temporada nova não ajuda muito, né?

Cinema

J.J. Abrams, Gareth Edwards e as prévias de O Despertar da Força e Rogue One

As vezes esqueço que o próximo Guerra nas Estrelas será apenas o quinto longa-metragem dirigido por J.J. Abrams. Os outros quatro foram Missão Impossível 3, Star Trek, Super 8 e Além da Escuridão – Star Trek. O negócio dele sempre foi produção. Nesse cargo ele está listado no Imdb em mais de 43 obras, entre filmes e séries. Ele também tem seus feitos como roteirista. Gosto muito de lembrar que é dele o texto de Eternamente Jovem, clássico da Sessão da Tarde estrelado por Mel Gibson e Elijah Wood com roteiro assinado por um pouco conhecido Jeffrey Abrams.

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Cinema / HQ

O Zack Snyder não entende nada do Super-Homem

Não gosto dos filmes do Zack Snyder. Acho a estética de suas produções extremamente bregas. A fotografia é sempre cafona, cheia de filtros e saturada. A estilização vai do roteiro à edição, passando pela atuação caricata dos intérpretes de seus personagens. Ainda assim, reconheço seu sucesso ao fazer um cinema minimamente autoral em Hollywood. Também acho dignos de nota os minutos iniciais de Watchmen, um tremendo curtinha de fã que introduz a adaptação do quadrinho de Alan Moore. Respeito o trabalho de Zack Snyder, não acho seus filmes ruins, eles só não funcionam pra mim.

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