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Posts por data janeiro 2014

HQ / Marvel

Todas as capas de Alias

O Brian Michael Bendis postou lá no tumblr dele todas as capas de Alias e reproduzo aqui. As artes são do David Mack. O quadrinho teve 28 edições lançadas entre 2001 e 2004 e não tem nada a ver com o seriado protagonizado pela Jennifer Garner. Tava olhando as capas e bateu mó saudosismo. A série era escrita pelo Bendis e ilustrada pelo Michael Gaydos e era protagonizada pela Jessica Jones, uma personagem nova do Universo Marvel que tinha um passado misterioso ligado às origens de alguns personagens da Marvel.

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Alias foi um dos primeiros quadrinhos do selo adulto da Marvel e também contemporâneo do Demolidor roteirizado também pelo Bendis. As séries eram meio que irmãs, com o Matt Murdock servindo de advogado pra Jessica Jones quando ela fazia alguma merda e ela trabalhando como segurança e investigadora para o Matt Murdock, na época sendo acusado publicamente de ser o vigilante mascarado conhecido como Demolidor. Foram as duas séries mensais que acompanhei com maior fidelidade e devem determinar muito do clima do pacote de programas que a Marvel fechou com a Netflix.

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Cinema / HQ / Séries

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Saca que demais o trabalho do artista Adam Lister. Ele cria versões em 8 bit, mas feitas em aquarela, para imagens icônicas de filmes/séries/quadrinhos. Depois, junto com um outro artista, chamado Isaac Budman, eles imprimem versões em 3D para as obras. Sou mais os originais feitas a mão, mas o site do projeto tá aqui.

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Cinema

As 25 capas da Empire para X-Men: Dias de um Futuro Esquecido

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A revista Empire tá bancando X-Men: Dias de um Futuro Esquecido como “o maior filme de super-heróis já feito”. É o que os responsáveis pela publicação estamparam em cada uma das 25 versões de capa que eles produziram pra edição de março, todas estreladas por um personagem do filme do Bryan Singer (incluindo uma com o próprio diretor). E aí, será que é isso tudo mesmo? Só lembrando que quando X-Men: Primeira Classe saiu, a expectativa tava longe de ser tão alta e a série dos mutantes no cinema tava longe de sua melhor forma depois de X-Men 3 e o primeiro Wolverine, duas porcarias. Dia 23 de maio nos cinemas. A galeria com a coleção completa das capas:

Cinema / Entrevistas

Papo com Greg Tocchini

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Quando escrevi pro Estadão sobre a nova leva de graphic novels da Maurício de Sousa Produções, um dos projetos que mais me animou foi o da Turma da Mata. O gibi vai ser produzido por Grag Tocchini, Artur Fujita e Davi Calil. Conversei com todos eles durante a produção da matéria, mas consegui aproveitar pouco do nosso papo por falta de espaço. Aí o Greg Tocchini foi anunciado como um dos autores de LOW, uma das próximas séries lançadas pela Image, e achei uma ótima deixa pra voltar a falar com ele, dessa vez pro site da Galileu. Segue o papo:

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A agenda lotada de Greg Tocchini

Desenhista brasileiro lança série nos EUA em julho e impressiona a indústria de quadrinhos

Eu acho que Greg Tocchini é provavelmente um dos maiores artistas surgidos nos quadrinhos nos últimos 20 anos”. A avaliação sobre o artista brasileiro Greg Tochhini veio de um dos autores mais vendidos e aclamados da indústria de quadrinhos norte-americana, o escocês Mark Millar. Responsável por títulos levados para o cinema, como os dois Kick Ass e O Procurado, o roteirista fez sua afirmação no Twitter, quando o Tocchini foi anunciado como artista da mais nova série da editora Image Comics, LOW. Com lançamento agendado para julho, o gibi mensal de ficção científica está previsto para durar 60 edições.

Além do novo título nos Estados Unidos, Tocchini também será um dos responsáveis pelo álbum protagonizado pela Turma da Mata da série de graphic novels da Maurício de Sousa Produções. “Todos os projetos possuem em comum o fato de eu participar da criação e do roteiro além da arte, coisa que venho buscando há algum tempo”, explica o desenhista em entrevista à GALILEU. Além dos dois potenciais blockbusters, ele continua a compor a equipe do coletivo de quadrinistas independentes Dead Hamsters.

Em seguida ao elogio de Millar, Tocchini teve sua arte também ressaltada por outra estrela das revistas de super-heróis dos Estados Unidos, o ilustrador Adam Hughes. “Naquele dia eu voltei do trabalho pra casa com uma enorme sensação de que tudo vale a pena e me sentindo muito honrado, sou muito fã do trabalho deles e há muito tempo”, conta o autor paulistano com trabalhos já publicados nas gigantes Marvel e DC e na europeia LeLombard. Na conversa com a GALILEU, ele falou sobre as origens de LOW, comentou a experiência de trabalhar com editoras internacionais e adiantou sobre o andamento do esperado trabalho com os amigos do elefante Jotalhão.

Como surgiu o convite para participar de LOW?
A ideia do LOW surgiu em 2009/10. Na época eu trabalhava com o Rick Remender no The Last Days of The American Crime. Durante a produção da HQ ele me perguntou qual seria nosso próximo projeto juntos e o que eu gostaria de desenhar. Respondi a ele da melhor maneira que pude, fiz um desenho. De uma astronauta tirando seu traje em um cenário de ficção cientifica. Foi o primeiro desenho do LOW. O Rick juntou algumas idéias que tinha tido ao ler uma National Geographic anos atrás, sobre a expansão do sol e a inevitabilidade de que as estrelas do nosso sistema em seu caminho serão consumidas no processo. E criamos o universo da série. De lá pra cá foram alguns anos de conversa, desenvolvimento, venda do projeto e negociação. Essa ultima parte sendo com certeza a pior parte pra mim. Eu queria sentar na prancheta e sair desenhado. Agora, depois de 5 anos desde que fiz o primeiro desenho vamos lançar a série. Foi uma longa caminhada até aqui. E somente para que pudéssemos começar a odisseia que será fazer toda a série. Não poderia estar mais feliz.

E o que você pode adiantar sobre o enredo?
LOW é uma ficção cientifica que se passa no fundo do mar. Em um futuro distante a Terra é maltratada pela radiação solar e a humanidade se muda para cidades blindadas rivais no fundo do mar. A superfície do planeta tornou-se um deserto queimado e inabitável. Aí uma sonda estelar retorna com informações sobre um possível planeta alternativo para se viver. Mas a sonda pousa, por acidente, na terra, e não no oceano. E as comunidades humanas remanescentes aventuram-se na mais mortal das terras, a superfície, para recuperar a sonda e as informações de esperança que ela trás.

Durante o anúncio do título o roteirista comentou que seriam cerca de 60 edições. Você já se envolveu em um projeto tão longo?
Eu nunca me envolvi num projeto como o LOW. Em todos os aspectos. Da criação ao desenvolvimento do projeto, o planejamento, a execução da arte, a liberdade artística,… LOW é novo. Temos uma grande história para contar. E eu quero muito contar o final dessa historia.

A origem da Image está muito ligada aos direitos dos autores e recentemente ela está acumulando vários sucessos de vendas e crítica. Como está sendo a experiência com a editora?
Está sendo uma experiência única. Mas também, é a primeira editora que eu trabalho com um projeto autoral. Desejo que a experiência traga bons e prósperos frutos.

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Você já produziu para a Marvel também. Há muita diferença entre uma editora e outra?
Empresas diferentes, filosofias e gestões diferentes. Já trabalhei para a Marvel, DC, Dark Horse, Radical Comics, LeLombard e agora a Image. Todas me deram grandes oportunidades de trabalho para cada etapa da minha carreira. Pude trabalhar com muitos bons projetos, autores e editores. Mas nunca tinha entrado numa editora como autor do projeto. E há diferenças claras nisto. Posso e devo opinar mais sobre as direções que o projeto tomará, por exemplo.

Como está encaminhada a produção da graphic novel para a Maurício de Sousa Produções?
Estamos trabalhando o roteiro, que está bem adiantado. Já fizemos e descartamos algumas versões e estamos indo para a final agora. Aprovado o roteiro, começamos a produção da arte.

Você está produzindo a revista da Image, a graphic da MSP e continua com os trabalhos independentes da Dead Hamster. São públicos e universos muito diferentes?
Não vejo a questão como públicos ou universos diferentes. Vejo sobre a ótica do autoral. Todos os trabalhos que estou envolvido atualmente são autorais. O LOW eu divido a autoria com o Rick. A Graphic da Turma da Mata está sendo feita a seis mãos. Eu, o Artur Fujita e o Davi Calil que dividimos um estúdio. E o Dead Hamster é um coletivo de artistas publicando seus trabalhos autorais. Todos os projetos possuem em comum o fato de eu participar da criação e do roteiro além da arte, coisa que venho buscando há algum tempo. E todos os projetos possuem um potencial internacional, ou seja, podem alcançar um grande público não só aqui como em outros mercados.

E o que você achou do comentário do Mark Millar sobre o seu trabalho no Twitter? Você gostaria de trabalhar com ele?
Naquele dia eu voltei do trabalho pra casa com uma enorme sensação de que tudo vale a pena e me sentindo muito honrado. Não só pelas palavras do Millar como as do Hugues. Sou muito fã do trabalho deles e há muito tempo. Fui influenciado por seus trabalhos inspiradores e de repente receber um elogio tão grande dos profissionais que você admira me fizeram sentir que estou indo pelo caminho certo. Não conheço o Millar pessoalmente, espero poder remediar isso em breve em alguma convenção. E se eu gostaria de trabalhar com ele? É claro que sim, mas só talvez daqui uns cinco anos, quando eu tiver cumprido a odisseia atual de trabalhos.

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Cinema / HQ / Matérias / Revistas

Calvin vive

Dia 31 de dezembro de 2013 completou 18 anos de encerramento de Calvin & Haroldo, no final do ano passado foi lançado um documentário sobre a série do Bill Watterson, pra 2014 há algumas reedições da série previstas para serem lançadas e rolou um boato de uma possível cinebiografia do autor das tiras. Conversei com o diretor de Dear Mr. Watterson e com mais um pessoal bem legal pra escrever sobre a maioridade  de Calvin e Haroldo na edição de janeiro da Galileu.

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Calvin vive

18 anos após o encerramento de Calvin & Haroldo, a série ganha documentários, reimpressões e até uma possível cinebiografia de seu criador

Um convite era feito no último quadrinho de uma tira publicada há 18 anos: “O mundo é mágico, Haroldo, meu chapa… vamos explorá-lo!”. O chamado era feito por Calvin para seu tigre de pano Haroldo, protagonistas da tira que deixou de ser publicada no dia 31 de dezembro de 1995, ao chegar ao número 3.160. O recado não ficava só na ficção: era feito pelo autor da série, Bill Watterson, como consolo para seus leitores, que lamentariam o fim da tira. Dezoito anos depois do quadrinho derradeiro, a exploração do universo de Calvin & Haroldo é crescente e as notícias mais recentes relacionadas à obra cogitam a possibilidade de cinebiografia produzida por Leonardo DiCaprio sobre a vida do recluso autor.

O esforço do quadrinista para evitar qualquer forma de aparição pública e sua postura irrevogável em relação ao não-licenciamento dos direitos de suas criações não foram suficientes para conter uma onda crescente de interesse em relação a sua obra nos últimos meses. No fim de 2013 foi lançado o documentário Dear Mr. Watterson (Querido Sr. Watterson, em português) quando também foram disponibilizadas na Amazon versões em ebooks para três coletâneas de Calvin & Haroldo.

No Brasil, para 2014, estão previstos os lançamentos das quatro compilações. A Conrad, editora da série no país, cogita publicar as tiras em um aplicativo para celulares e estuda como lançar uma edição nacional para a enorme caixa luxuosa contendo três livros com a coleção completa da série.

“Calvin e Haroldo é tão bom que independe de merchandising e, ainda bem, Bill Watterson nunca precisou disso para viver de seus quadrinhos”, comemora o diretor do documentário Joel Allen Schroeder em entrevista a GALILEU. Em Dear Mr. Watterson ele tenta entender o culto à obra e a adoração aos personagens, apesar da relutância do autor em ganhar milhões de dólares com qualquer produto relacionado às suas criações além da reimpressão das tiras. Financiado coletivamente pela internet, o filme pode ser comprado em DVD e Blu-Ray no site dearmrwatterson.com.

Nascido no dia 5 de julho de 1958, Bill Watterson mora na pequena cidade de Cleveland Heights, no estado de Ohio, nos EUA. Em rara entrevista, publicada na edição de dezembro da revista norte-americana Mental Floss, reafirmou seus princípios contrários a qualquer produto ou continuação relacionado aos quadrinhos. “Um novo trabalho requer uma certa dose de paciência e energia e sempre há o risco de frustração. Você não pode culpar as pessoas por preferirem o que já conhecem e gostam. O ponto negativo, óbvio, é que previsibilidade é algo chato. Repetição é a morte da mágica”, disse.

As crenças do autor não impediram que fãs dessem continuidade às aventuras de Calvin. A ilustradora norte-americana Terra Snover, por exemplo, fez sucesso com Bacon & Hobbes (hobbes-bacon.com), HQ protagonizada por Haroldo e por Bacon, a filha de Calvin. “Não fui a primeira a fazer isso, criaram a história e perguntei se poderia levar adiante”, conta em referência ao trabalho original do site pantsareoverrated.com.

Editor da Maurício de Sousa Produções e responsável por pensar nos novos projetos relacionados à Turma da Mônica, Sidney Gusman crê que a postura de Watterson contribuiu para o crescimento do culto da série: “Por dar a ela um caráter finito, que nenhuma outra até então tinha”. Para ele, a receita de sucesso da série não tem segredo: “Creio que manter os personagens atuais geração após geração é um desafio e tanto. E poucos conseguem vencê-lo. Os que conseguiram estão aí até hoje, renovando seu público. E há, claro, casos como Calvin que continua atravessando gerações por sua qualidade atemporal”.

Protagonista ausente

Em busca pela compreensão do fenômeno Calvin, Joel Allen Schroeder conversou com leitores, editores e autores de publicações contemporâneas à tira, iniciada no dia 18 de novembro de 1988. Nem todos seus entrevistados apreciam a postura pouco social de Bill Watterson: “É natural que as pessoas queiram saber mais sobre ele. E como ele criou algo tão maravilhoso, há a crença que possa fazer ainda mais”, explica.

As reflexões propostas pelo documentário foram destaque nas críticas na imprensa norte-americana. O Hollywood Reporter ressaltou a análise sobre a perda de espaço dos quadrinhos em jornais após o fim da tira. Já o New York Times elogiou o espaço dado a outros cartunistas para falar sobre a obra de Watterson. Outro ponto enaltecido é a ida à cidade na qual Watterson foi criado e viveu por anos, Chagrin Falls, também em Ohio. Em uma das melhores sequências, são mostrados os locais que serviram de inspiração para os cenários das tiras. Ruas, prédios e praças são facilmente identificáveis.

Schroeder optou por não tentar entrar em contato com seu protagonista. “Eu teria amado falar com ele, mas sabia que as chances eram quase nulas. Não queria que o foco fosse a busca por ele, por isso decidi limitar ao máximo a intrusão à sua vida”, explicou.

Nos últimos meses, GALILEU tentou entrar em contato com o autor, mas, como consta no site da editora, “infelizmente, Bill Watterson não está disponível para entrevistas”.

Animação / Cinema

Junk Head 1

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Já assistiu Junk Head 1? É uma das animações independentes mais legais que já vi. É uma ficção científica feita em stop-motion por um animador japonês ao longo de quatro anos. Isso aí, o diretor fez o negócio sozinho durante quatro anos. A ideia dele é produzir mais nove episódios, mas tudo depende do financiamento do segundo filme, que tá buscando verba via doações na internet. Conversei por email com o Takahide Hori, diretor do filme, pro site da Galileu. Meu texto tá aqui, mas assiste antes o curta de 30 minutos. Coisa fina.

O futuro de ‘Junk Head’

Ficção científica em stop-motion de 30 minutos foi produzida de forma independente ao longo de quatro anos

O artista japonês Takahide Hori gastou os últimos quatro anos produzindo sozinho a animação de 30 minutos Junk Head 1. Assim como acontece com muito realizadores independentes em busca de financiamento por grandes estúdios, o filme poderia servir como um cartão de visita para seu diretor. No entanto, Takahide Hori disse à GALILEU que só quer contar uma história. Lançado no final de 2013, o curta é apenas o primeiro de uma saga composta por outros nove episódios, com previsão de lançamento de um a cada dois anos.

Para começar a produção da segunda parte, ele está em busca de 100 mil dólares via financiamento coletivo na internet. No ar desde 31 de dezembro, a campanha reuniu até agora US$ 11,7 mil. Caso a meta não seja atingida, ele cogita dar por encerrada a empreitada.

“Não houve qualquer procura por parte de investidores”, conta o animador. “De qualquer forma, só vou optar por financiamentos que me permitam criar sem qualquer compromisso”, avisa. Especialista na produção de marionetes e brinquedos, Hori filmou Junk Head 1 inteiramente em stop-motion. Uma das técnicas mais rústicas e antigas de cinema, é a mesma utilizada em produções como O Estranho Mundo de Jack (1993) e Coraline (2009). “Usei computação digital apenas para criar fumaça, poeira e algumas imagens de telas de computadores”, explica o autor.

Autodidata, o diretor de 42 anos conta uma história ambientada em um futuro distópico no qual os homens se tornaram praticamente imortais, mas perderam a capacidade de reprodução. Os clones criados para servirem à humanidade se rebelaram e passaram a viver nos subterrâneos das cidades. O filme começa com o protagonista, um soldado humano, partindo rumo aos esconderijos dos clones para espionar seus inimigos.

“Eu basicamente reuni assuntos e temas que gostava e bolei uma história para acompanhar”, conta Hori. Segundo ele, sua principal influência e seu filme preferido é também uma distopia, Kin-Dza-Dza!. Lançado na então União Soviética em 1986, o filme de Georgiy Caneliya mostra dois humanos transportados para um planeta desértico em busca de uma forma para retornar à Terra. Da mesma maneira, Junk Head 1 apresenta o personagem principal tentando encontrar formas de cumprir sua missão e retornar à sua base.

“A última cena da série eu já tenho em mente e como chegamos até lá já está praticamente resolvido”, diz Hori. Para aqueles que investirem na continuação, o animador promete recompensas caso o filme seja realizado. A partir de cinco dólares, o colaborador ganha uma cópia em alta-definição do filme. Os valores são crescentes, até US$ 50 mil, e dão como recompensa cópias do storyboard, nomes nos créditos e os bonecos e cenários utilizados no filme, além de uma visita do animador para instalar as peças.

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