Vitralizado

HQ

E o que andam dizendo por aí sobre a campanha pela categoria Quadrinhos no Prêmio Jabuti 2017?

Tem rendido a campanha iniciada pelo Wagner Willian pedindo a inclusão da categoria Quadrinhos no Prêmio Jabuti. Até o momento (13/01, 16h) a carta aberta destinada à Câmara Brasileira do Livro (CBL) já conta com mais de 1700 assinaturas. Procurados pela imprensa, os representantes da instituição disseram que o caso vem sendo acompanhado e que a carta será à curadoria do prêmio.

Não vejo nenhuma justificativa para o pedido ser negado, imagino que não vá demorar para a CBL anunciar sua decisão e já começo a ficar curioso em relação a quem seriam os convidados a compor o júri da categoria. Enquanto aguardamos novidades, listo algumas matérias que já trataram do assunto – quase todas citando a minha contribuição na primeira versão do texto, também de autoria do Wagner Willian e do Érico Assis. Ó:

O Globo: Abaixo-assinado pede inclusão de histórias em quadrinhos no Jabuti;

Folha de São Paulo: Abaixo-assinado pede inclusão de quadrinhos no Prêmio Jabuti;

Publishnews: Quadrinistas se mobilizam para incluir a categoria ‘Histórias em Quadrinhos’ no Jabuti;

Folha de Pernambuco: Abaixo-assinado pede a inclusão de quadrinhos no Prêmio Jabuti

Opera Mundi: Em carta aberta à Câmara Brasileira do Livro, quadrinistas e editores de HQs pedem criação da categoria ‘Quadrinhos’ no Prêmio Jabuti

Página Cinco/UOL: Quadrinistas pedem que Prêmio Jabuti crie categoria para reconhecer HQs;

Catraca Livre: Quadrinistas querem incluir categoria para HQs no Prêmio Jabuti;

Paulo Ramos: Parece que agora vai. Um abaixo-assinado pedindo a criação da categoria quadrinhos no Prêmio Jabuti já soma 1.571 assinaturas (às 18h17 de 12.01) e começa a ecoar fora do circuito dos leitores tradicionais;

Correio do Estado: Abaixo-assinado pede a inclusão de quadrinhos no Prêmio Jabuti;

Entrevistas / HQ / Matérias

Jão e o número de estreia da revista PARAFUSO: “Quero que a revista seja meu laboratório”

Tem matéria minha na edição de janeiro da Rolling Stone falando do número zero da revista PARAFUSO do Jão. Já escrevi sobre a publicação por aqui na minha retrospectiva com os grande quadrinhos lançados no Brasil em 2016, por ter sido um dos meus títulos preferidos do ano passado. Essa edição de estreia da revista é focada na história Vigilantes, com diálogo imenso com o clássico Preto e Branco do Taiyo Matsumoto. Enfim, falo mais sobre a obra na minha matéria. A Rolling Stone chegou ontem às bancas de São Paulo e não deve demorar pra sair no resto do Brasil. Enquanto isso, segue um trecho da minha conversa com o Jão:

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Como surgiu a PARAFUSO?

O conceito surgiu por meio das histórias que criei ao longo do último ano, que são mais experimentais e foram produzidas como forma de exercício narrativo. Queria retomar algumas ideias do meu trabalho de alguns anos atrás também, coisas que eu fiz de 2008 a 2011, como o nonsense, a ficção científica e a fantasia. Acho que o título, PARAFUSO, vem daí também: tanto no sentido de algo maluco, que tem um parafuso a menos ou a mais, quanto o parafuso no sentido de máquina, de fazer um mecanismo funcionar. Quero que a revista seja meu laboratório.

Tendo resolvido o formato e o conceito da publicação, como você chegou à história desse primeiro número?

As coisas meio que foram feitas ao mesmo tempo. A ideia inicial era começar na edição 1, como uma antologia, mas percebi que o prazo ficaria muito curto para uma edição maior. Então, foquei em finalizar a história Vigilantes para publicá-la com o número zero na capa, pois senti que seria um conto com a força necessária para sustentar a publicação e que representava o que eu havia pensado para a série de revistas.

No imaginário das histórias em quadrinho, o termo vigilantes é muito associado aos super-heróis. Você de alguma forma trabalha com essa ideia na HQ?

Em meu livro anterior, Baixo Centro, eu já tinha explorado conceitos de “linchamento” e “justiça com as próprias mãos”, mas percebi que minha sensibilidade em relação a isso ainda não havia esgotado, principalmente quando vi que muitas dessas ideias são usadas como o embrião dos quadrinhos de super-heróis, que, de certa forma, são porta-vozes da linguagem. Então sim, a ideia de pessoas com poderes, que usam roupas coloridas e que lutam pela justiça é trabalhada no conto, mas como uma forma de mostrar o contexto estranho e assustador em que vivemos, onde a frase do herói nacional, Capitão Nascimento, “bandido bom, é bandido morto”, se faz mais presente do que nunca no imaginário popular.

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Seu trabalho anterior, o Baixo Centro é basicamente uma cena de perseguição pelas ruas do centro de Belo Horizonte. Você trabalha bastante com a arquitetura da cidade e os personagens fazem um percurso bem longo. Esse trabalho mais recente é focado praticamente em uma esquina e em um ambiente mais fantástico. Você refletiu sobre esse contraste? Mudou muito a sua dinâmica de produção trabalhar com ambientes e contextos tão diferentes?

Mudou demais! Mas minha forma de trabalho passa por aí, é muito difícil eu repetir o mesmo modo de produzir para histórias diferentes. No Baixo Centro, a cidade era o personagem principal da trama e eu queria representá-la de forma que os leitores reconhecessem os prédios e lugares ao passar as páginas. Já na história Vigilantes, a ideia foi de desenhar, desenhar e desenhar o mesmo cenário, queria que, de alguma forma, fosse criado um paralelo com obras da Pop Art também. Então, ao abrir as páginas, o leitor terá toda essa repetição de imagens seguidas, apesar da narrativa andar entre os quadros.

Já sobre o contraste entre as histórias, quando estava planejando começar a fazer o conto Vigilantes, percebi que estava falando sobre algo muito próximo do que havia explorado no Baixo Centro. Como já estava na onda de experimentar novas formas de fazer quadrinhos, resolvi que queria transformar essa narrativa em algo parecido com uma tira, criando diversas limitações pro desenho. Se no livro anterior a “câmera” girava e mostrava ao leitor a cena de diversos ângulos, por exemplo, na nova revista a ideia foi mantê-la o mais estática possível. Diria que são duas histórias irmãs, mas que foram separadas no nascimento.

Você tem em mente uma periodicidade pra revista? Já tem definidas as histórias das próximas edições?

A ideia é que sejam publicadas três ou quatro edições ao longo de 2017, sem uma periodicidade muito certa para não me comprometer. Algo que gostei nesta edição 0, e que saiu um pouco do plano inicial, que era de fazer uma antologia, é lançar cada número com uma história apenas, mas que tenham os conceitos estabelecidos pelo título da revista. Para a edição 1, posso dizer estou trabalhando em um conto que é uma mistura de House of Cards com Adventure Time e que é uma história um pouco maior que a anterior, Vigilantes. Para as edições seguintes, tenho diversas histórias em produção também, mas não sei exatamente quais serão lançadas na PARAFUSO e quais tomarão outros caminhos.

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Cinema

Escafandro Podcast – S01E04: Rogue One e a inocência perdida de Star Wars

Voltei a participar em uma nova edição do Escafandro, podcast levado pelos meus amigos Jairo Rodrigues e André Graciotti. O papo do programa da vez foi focado em Rogue One: Uma História Star Wars. Assim como aconteceu com O Despertar da Força, saí do cinema satisfeito com o filme, mas acabei desanimando com o passar dos dias. Acho que isso não aconteceu apenas comigo e no final das contas o podcast é basicamente uma hora de reclamação em relação à forma como a saga criada pelo George Lucas vem sendo administrada. Dá o play:

HQ

Quadrinistas brasileiros e editores nacionais de HQs pedem a inclusão da categoria ‘Quadrinhos’ no Prêmio Jabuti 2017 em carta aberta à Câmara Brasileira do Livro

Não é de hoje a pedida de quadrinistas e editores brasileiros de HQs pela categoria ‘Quadrinhos’ no Prêmio Jabuti. Mais tradicional premiação do mercado editorial brasileiro, o Jabuti vem incluindo ao longo dos últimos anos várias HQs em meio às indicações de algumas de suas categorias. No entanto, nos 59 anos de história do Jabuti, nunca houve uma categoria exclusiva para quadrinhos. Uma carta aberta e um abaixo-assinado pedindo a criação e inclusão da categoria ‘Quadrinhos’ foram criados para serem entregues à Câmara Brasileira do Livro, responsável pela premiação.

O texto em busca de assinaturas pode ser lido aqui. O projeto é iniciativa do quadrinista Wagner Willian, autor de Bulldogma e Lobisomem Sem Barba, segundo colocado na categoria Ilustração do Jabuti em 2015. Dentre seus argumentos, o texto afirma: “Como o Prêmio Jabuti enfoca a produção editorial nacional, cabe lembrar que – a exemplo do restante do mercado editorial brasileiro – boa parte das publicações de quadrinhos no Brasil é de material estrangeiro. Contudo, a proporção de material nacional, produzido por quadrinistas brasileiros, é pujante e crescente. A melhor comprovação que temos desta pujança está nas premiações que começam a aparecer para livros em quadrinhos brasileiros no exterior”.

Acho uma tremenda causa. Premiações nem sempre são justas e jamais refletem toda a diversidade e grandeza das cenas e dos mercados que buscam reconhecer. Porém, a inclusão da categoria seria coerente dentro do que o Jabuti se propõe a ser, reconheceria o momento especial vivido pelos quadrinhos brasileiros e poderia expandir o alcance dos quadrinhos nacionais e também valorizá-los de forma inédita. Eu já assinei e recomendo que você faça o mesmo. Segue a íntegra da carta:

CARTA ABERTA DE QUADRINISTAS BRASILEIROS PROPONDO A INCLUSÃO DA CATEGORIA ‘QUADRINHOS’ NO PRÊMIO JABUTI 2017

“Criado em 1958, o Jabuti é o mais tradicional prêmio do livro no Brasil.”

As frase acima é encontrada no website do próprio Prêmio Jabuti. Como profissionais atuantes no mercado editorial, reconhecemos e subscrevemos: o Jabuti é, indubitavelmente, o mais tradicional prêmio do livro no Brasil.

Em seus 59 anos de história, vimos o Prêmio Jabuti criar categorias para contemplar segmentos diversos do mundo editorial. Na configuração atual, o Prêmio inclui categorias como “Arquitetura, Urbanismo, Artes e Fotografia”, “Didático e Paradidático”, “Direito”, “Gastronomia” e “Reportagem e Documentário” – focadas e devidamente regulamentadas para inscrição e premiação de livros exclusivos destes segmentos. As categorias, a nosso ver, respeitam a expansão constante do mercado editorial brasileiro.

Neste sentido, o propósito desta carta é realizar uma solicitação: A criação da categoria Quadrinhos no Prêmio Jabuti em 2017.

Embora tenham nascido nos jornais e tenham permanecido grande parte de sua história nas bancas de jornais e revistas, os quadrinhos são publicados no formato livro, no Brasil, desde o início do século 20. De coletâneas de tiras de jornal até reproduções de álbuns estrangeiros, os quadrinhos estiveram presentes nas livrarias brasileiras, mesmo que em grau reduzido, ao longo do século passado.

Neste século 21, não se pode mais falar “em grau reduzido”. Basta entrar em qualquer livraria física de médio a grande porte, ou nas livrarias digitais, e identificar que todas possuem seções dedicadas aos quadrinhos.

Dos dez maiores grupos editoriais no Brasil (1), nove publicaram quadrinhos na década corrente – e quatro possuem selos exclusivamente dedicados ao segmento (2). Há editoras de pequeno a grande porte exclusivamente dedicadas a quadrinhos (3). Quadrinhos aparecem com regularidade em Listas de Mais Vendidos (categoria Geral) como a do website PublishNews, assim como em resenhas em jornais e revistas nos seus cadernos de literatura. Livrarias já empreendem categorização interna e necessária ao segmento, classificando os quadrinhos em “autobiográficos”, “super-heróis”, “humor”, “infantis”, “adaptações literárias” e outras rotulações.

Como o Prêmio Jabuti enfoca a produção editorial nacional, cabe lembrar que – a exemplo do restante do mercado editorial brasileiro – boa parte das publicações de quadrinhos no Brasil é de material estrangeiro. Contudo, a proporção de material nacional, produzido por quadrinistas brasileiros, é pujante e crescente. A melhor comprovação que temos desta pujança está nas premiações que começam a aparecer para livros em quadrinhos brasileiros no exterior (4).

Independente de todos estes fatores, os livros em quadrinhos já satisfazem a regra do Prêmio Jabuti do que define um livro, conforme o regulamento geral da premiação: “considera-se livro obra intelectual impressa e publicada, com ISBN e ficha catalográfica, impressos no livro.”

O Prêmio Jabuti inclusive já elencou e premiou quadrinhos em categorias como “Didático e Paradidático”, “Adaptação” e “Ilustração”. Em 2015, o Prêmio homenageou o mais famoso quadrinista nacional, Maurício de Sousa.

No entanto, quadrinhos são uma forma de expressão artística com linguagem e histórico próprios. Com base nisto e em todos os argumentos de relevância artística e mercadológica apresentados acima é que reiteramos nossa solicitação:

Pela criação da categoria Quadrinhos no Prêmio Jabuti em 2017.

(1) Foram consideradas (em ordem alfabética): Grupo Autêntica, Grupo Companhia das Letras, Ediouro, Globo, Intrínseca, LeYa, Grupo Record, Rocco, Saraiva, Sextante.

(2) Nemo (Autêntica), Quadrinhos na Cia. (Companhia das Letras), Pixel (Ediouro), Globo Graphics (Globo). Cabe mencionar também a inclusão de quadrinhos em selos como Galera Record (Record) e Fábrica 231 (Rocco).

(3) Avec, JBC, Mino, NewPop, Panini (de grande porte), Veneta, Zarabatana, entre outras.

(4) Dois Irmãos, de Fábio Moon e Gabriel Bá, foi contemplado em categorias dos Harvey e Eisner Award (EUA) em 2016. No mesmo ano, Tungstênio, de Marcello Quintanilha, foi contemplado em categoria do Prix d’Angoulême (França).

Cinema

Little White Lies #68: The Toni Erdmann Issue

Taí a capa da primeira edição de 2017 da minha revista favorita de cinema – aliás, acho que a minha revista preferida sobre qualquer assunto. É uma das raras edições da Little White Lies sem um rostão estampando a capa. A arte é de autoria da ilustradora Bijou Karman e o filme em destaque desse número 68 é o Toni Erdmann da Maren Ade. Ó o trailer pra quem ainda não viu:

Cinema / HQ / Séries

Vitralizado #51 – 12.2016

Aê! Vamos lá: o primeiro post de 2017, com o sumário referente ao último mês de 2016 do Vitralizado. Encerrei dezembro com exatas 75 atualizações, recorde por aqui. Achei que seria mais tranquilo em seguida à agitação do dezembro da Comic Con Experience, mas nada disso. Adiantei as coisas e fechei a lista com as minhas leituras preferidas de quadrinhos dos últimos 12 meses. Janeiro promete e não queria nada acumulado. Amanhã ou depois entram por aqui três listas com os melhores do ano passado: uma geral, outra só com gibis nacionais e uma terceira com títulos de fora lançados em português. [post atualizado! mudança ligeira de planos: deixo a minha lista de melhores de 2016 mais pra frente, pra não ser spoiler do Grampo que tá vindo aí 😉 ] Enquanto isso, segue o meu relatório do que rolou de mais legal 51º mês de vida do site:

*Fiz um balanço sobre o 2016 do blog e listei as 76 publicações do ano passado que mais chamaram a minha atenção na Retrospectiva Vitralizado 2016;

*Escrevi pro UOL sobre Os Últimos Dias de Pompeo, quadrinho de autoria do italiano Andrea Pazienza lançado no Brasil pela Veneta;

*Participei da terceira edição do Escafandro, podcast dos meus amigos Jairo Rodrigues e André Graciotti;

*Comentei por aqui sobre a chegada no YouTube do Vozes e Traços, documentário bem massa sobre a cena brasileira de quadrinhos;

*O Box Brown anunciou o título e o tema de seu próximo álbum. Is This For Real? é uma biografia do ator e comediante Andy Kaufman;

*O João Pinheiro também deu uma prévia de sua próxima HQ. O gibi por enquanto está sendo chamado de Lacrimosa;

>>Veja o o que rolou no Vitralizado #50 – 11.2016;
>>Veja o o que rolou no Vitralizado #49 – 10.2016;
>>Veja o o que rolou no Vitralizado #48 – 09.2016;
>>Veja o o que rolou no Vitralizado #47 – 08.2016;
>>Veja o o que rolou no Vitralizado #46 – 07.2016.

HQ

## Retrospectiva Vitralizado 2016 ## A última tira de Chiclete com Banana, por Angeli

Angeli publicou no dia 8 de maio de 2016 sua última tira na página de quadrinhos da Ilustrada da Folha de São Paulo. Ele continua produzindo trabalhos esporádicos para outras publicações e seções do jornal, mas diz ter encerrado em definitivo a Chiclete com Banana. Desde então, a página mais importante de quadrinhos da imprensa brasileira perdeu um pouco de sua genialidade.

Aproveito o post pra encerrar as atividades do Vitralizado em 2016. Nos próximos dias volto aqui pra listar o meu Top 10 de gibis publicados no Brasil nos últimos 12 meses. Nos falamos em 2017! Boa passagem de ano pra gente! Inté!

HQ

## Retrospectiva Vitralizado 2016 ## Sendero Luminoso (Veneta), por Luis Rossell, Alfredo Villar e Jesús Cossío

Sendero Luminoso é um compilado apresentando o trabalho do quadrinista Jesús Cossío ao público brasileiro. O livro reúne uma série de reportagens na qual Cossio, junto com Luis Rossel e Alfredo Villar, narra o período de violência entre os anos 80 e 90 no qual o Peru foi devastado por um embate entre o grupo Sendero Luminoso e o governo local. Meu conhecimento sobre os quadrinhos produzidos no Peru é quase nulo e o álbum me fez querer saber mais sobre outras cenas de HQs da América do Sul.

HQ

## Retrospectiva Vitralizado 2016 ## Deusa e Século XXI, por Laerte

No início de 2016 a quadrinista Laerte publicou dois épicos em suas tiras diárias na Ilustrada. Primeiro ela narrou na Folha de São Paulo sua retrospectiva para o Século XXI. Depois foi a vez dos 24 capítulos da série Deusa. Já disse mais de uma vez por aqui: é um tremendo privilégio podermos acompanhar ao vivo o que talvez seja a fase mais inspirada de uma das maiores mentes dos quadrinhos de todos os tempos.